domingo, 30 de outubro de 2011
A tragetória de um autodidata
Como autodidata, nunca me vi diante de uma parede e nunca me senti num pedestal, por isso os meus trabalhos propõe reflexões para diversos observadores. No entanto o maior desafio, não só para mim assim como para os meus pupilos é submergir, interagir e não postular uma linha rígida de atividade artística. O que pretendo com a minha arte é respirar, transitar com o espírito pelos rítmos preconizados por Fayga Ostrower em seus multiplos discursos.
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