domingo, 30 de outubro de 2011
A tragetória de um autodidata
Como autodidata, nunca me vi diante de uma parede e nunca me senti num pedestal, por isso os meus trabalhos propõe reflexões para diversos observadores. No entanto o maior desafio, não só para mim assim como para os meus pupilos é submergir, interagir e não postular uma linha rígida de atividade artística. O que pretendo com a minha arte é respirar, transitar com o espírito pelos rítmos preconizados por Fayga Ostrower em seus multiplos discursos.
sábado, 29 de outubro de 2011
Yohannobosko, sem influência das academias...
...assim iniciei minhas atividades artísticas.
Os meus vocábulos principais eram desenhar, pintar e ensinar.
No começo havia o reinado das musas inspiradoras e o silêncio da noite para permitir a pratica das 'belas artes',
com toda a minha preguiça não experimentei, o verdadeiro batismo das tintas. As dores da sobrevivência à fome do saber.
Viciado durante anos no mercado publicitário palmilhei o conhecimento no dia-a-dia com diversos profissionais, alguns representativos como a dupla de criação na agência r&c propaganda: Helvécio Raton e Avelino de Paula, o próprio Álvaro Resende, um austero profissional de bom coração. Na verdade sou uma cria de agências de propaganda.
Passaram-se os anos e resolvi ser artista plástico.
Os meus vocábulos principais eram desenhar, pintar e ensinar.
No começo havia o reinado das musas inspiradoras e o silêncio da noite para permitir a pratica das 'belas artes',
com toda a minha preguiça não experimentei, o verdadeiro batismo das tintas. As dores da sobrevivência à fome do saber.
Viciado durante anos no mercado publicitário palmilhei o conhecimento no dia-a-dia com diversos profissionais, alguns representativos como a dupla de criação na agência r&c propaganda: Helvécio Raton e Avelino de Paula, o próprio Álvaro Resende, um austero profissional de bom coração. Na verdade sou uma cria de agências de propaganda.
Passaram-se os anos e resolvi ser artista plástico.
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